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	<title>Comentários em: Um embuste chamado Banco Privado Português, por Agostinho Cadete</title>
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	<description>O Seu Guia de Finanças Pessoais</description>
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		<title>Por: Joaquim Porto</title>
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		<dc:creator>Joaquim Porto</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 11:35:07 +0000</pubDate>
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		<description>O Sr. Doutor não terá tido conhecimento ou esqueceu-se de dizer, que alguns &quot;private bankers&quot;, até filhos de famílias que são do nosso conhecimento há gerações e consideradas no meio dignas do maior respeito, que sem o mínimo pudor de honrar os seus nomes, tiveram a ousadia de entrar nas nossas casas, levarem o nosso dinheiro, cuja conta e nome desapareceu do arquivo do banco e do sistema informático tal como a ficha de assinaturas, situação que levou, com a entrada desta novel administração, a que a sucessora da carteira do marido, nos viesse a correr fazer nova abertura de conta e ficha de assinaturas, sob ameaça de que, negando-nos a isso, não mais veríamos juros nem capital. E o banco, após conhecimento destes esbulhos, faz-nos edntão pela 1.ª vez chegar às mão (em papel branco não timbrado nem assinado pela administração), um extracto de conta corrente, a reportar os locupletamentos destes seus funcionários e, no fim, sob forma de  reposiçãodo saldo, uma soma de cerca de 100.000 euros que consta terem roubado, referindo estão as pessoas actualmente responsáveis, em reunião subsquente, que o caso não foi único e configurava a existência de «um  banco dentro do próprio banco». Ora um caso desta gravidade,  para além da necessária puniçãp judicial que o banco deve propôr sobre os delinquentes, deviam estas contas sonegadas ter um imediacto ressarcimento deo capital que andou &quot;a monte&quot; e jamais agravada a congelamento por todos estes meses e sujeitá-las à integração nestes fundos que dizem estão a criar.
Parrece que não se confunde a identidade dos pares, sejam eles accionistas, consultores, advogados, administradores e demais &quot;família&quot;, e por parte das instituições, governadores, ministros e reguladores em geral: é tudo a mesma cambada! Um
 Portugal bonito e de gente amável, passou a ser um bando de piratas, que não teve sequer pejo de destruir em 35 anos toda uma gesta gloriosa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Sr. Doutor não terá tido conhecimento ou esqueceu-se de dizer, que alguns &#8220;private bankers&#8221;, até filhos de famílias que são do nosso conhecimento há gerações e consideradas no meio dignas do maior respeito, que sem o mínimo pudor de honrar os seus nomes, tiveram a ousadia de entrar nas nossas casas, levarem o nosso dinheiro, cuja conta e nome desapareceu do arquivo do banco e do sistema informático tal como a ficha de assinaturas, situação que levou, com a entrada desta novel administração, a que a sucessora da carteira do marido, nos viesse a correr fazer nova abertura de conta e ficha de assinaturas, sob ameaça de que, negando-nos a isso, não mais veríamos juros nem capital. E o banco, após conhecimento destes esbulhos, faz-nos edntão pela 1.ª vez chegar às mão (em papel branco não timbrado nem assinado pela administração), um extracto de conta corrente, a reportar os locupletamentos destes seus funcionários e, no fim, sob forma de  reposiçãodo saldo, uma soma de cerca de 100.000 euros que consta terem roubado, referindo estão as pessoas actualmente responsáveis, em reunião subsquente, que o caso não foi único e configurava a existência de «um  banco dentro do próprio banco». Ora um caso desta gravidade,  para além da necessária puniçãp judicial que o banco deve propôr sobre os delinquentes, deviam estas contas sonegadas ter um imediacto ressarcimento deo capital que andou &#8220;a monte&#8221; e jamais agravada a congelamento por todos estes meses e sujeitá-las à integração nestes fundos que dizem estão a criar.<br />
Parrece que não se confunde a identidade dos pares, sejam eles accionistas, consultores, advogados, administradores e demais &#8220;família&#8221;, e por parte das instituições, governadores, ministros e reguladores em geral: é tudo a mesma cambada! Um<br />
 Portugal bonito e de gente amável, passou a ser um bando de piratas, que não teve sequer pejo de destruir em 35 anos toda uma gesta gloriosa.</p>
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